A Luz do Senhor

O livro de Gênesis relata a origem e o tempo de criação dos céus e da terra (sete dias) por Deus. No primeiro dia deste invento, o Criador 1 fez a luz, gostou dela e separou-a das trevas 2. Após isto, o Senhor deu forma e povoou a terra com várias espécies de seres vivos. E, no sexto dia da criação,  a bíblia relata a formação do ser humano segundo a imagem e semelhança de Deus³.

No tempo, a luz é a intercessão entre as criações de Deus, tanto terrenas quanto espirituais4 , e o homem. Na bíblia, a luz representa santidade5, vida em Jesus e Ele  próprio6, conhecimento da verdade, nascimento, ensinamento e sabedoria 7. Portanto, podemos definir a luz como a revelação de todos mistérios de Deus ao homem através de Jesus Cristo.

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Encontro com o Senhor

Jesus e seus  discípulos saindo de Jericó junto com “uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto do caminho, mendigando.

E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi! tem misericórdia de mim.

 E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama.

E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus.” (Mc 10.46-50)

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A cura de um pecador

Segundo o evangelista Mateus, Jesus antes de descer do monte, havia pregado o famoso e extenso “Sermão da Montanha” á multidão que o acompanhava. 1

 “E, descendo Ele do monte, seguiu-o uma grande multidão.

E, eis que veio um leproso, e o adorou, dizendo: Senhor, se quiseres, podes tornar-me limpo.” (Mt 8.1-2)

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O que buscar em Jesus?

Jesus ao navegar acompanhado de Seus discípulos para a cidade de Tiberíades, ás margens do Mar da Galiléia (ou mar de Tiberíades)1, foi seguido por uma multidão de quase  cinco mil homens (Jo 6.10) que testemunhavam diversos milagres que Ele fazia sobre os enfermos (Jo 6.1-2).

Jesus teve grande compaixão por estas pessoas por perceber que as mesmas estavam desorientadas2; e as ensinaram muitas coisas (Mc 6.34). Antes de haver despedido-as, Jesus multiplicou cinco pães e dois peixes (Jo 6.9) e as saciaram fisicamente (Jo 6.12). Imediatamente após terem as próprias necessidades supridas, O reconheceram como profeta enviado por Deus (Jo 6.14).

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Jesus nos Relacionamentos

Maria, Jesus e Seus discípulos foram convidados para participarem das bodas em Caná da Galiléia (Jo 2.1-2). Maria percebeu que o vinho havia terminado e alertou isto á Jesus (Jo 2.5).

O vinho é uma bebida produzida através da uva, era comum nas festividades naquela época e possuía algumas simbolizações: alegria (Jz 9,13, Is 24.11), benção Divina (Dt 7.13; Os 2.22), prosperidade (Sl 104,15; Zc 10,7) e comunhão em Cristo (Mt 26.27-28) .

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Não Perca Sua Oportunidade

“E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.

E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.

Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.

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As Crianças de Jesus

“Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus?

E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles,

E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.

Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.” ( Mt 18.1-4)

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Os púlpitos de Jesus

“ E aconteceu que, apertando-o a multidão, para ouvir a palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré;” (Lc 5.1)

“ E, entrando num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra; e, assentando-se, ensinava do barco a multidão.” (Lc 5.3)

 

Imagine-se envolto por uma multidão te “apertando”. Era essa a posição desconfortável que Jesus estava na praia. Sendo criador de tudo (Cl 1.16; Jo 1.3), ainda assim Jesus tomou uma atitude simples: entrou em um barco, para que assentado e não “apertado”, anunciasse a palavra de Deus. Demonstrando-nos, através de um ato singelo, a Sua forma simples de anunciá-la.

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